quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
Mudar
Mudanças não se adiam. Assim como a felicidade. Não podemos marcar data para efetuar mudanças internas. Quer trocar de carro ou de endereço? Ok. Marque data. Quer migrar na operadora de celular? Escolha a data.
Mas se vc quer parar de fumar, de comer frituras, de falar palavrões, se quer melhorar o relacionamento, tem que começar agora. Não espere para ser feliz depois que os filhos crescerem, ou que de aposentar, ou que saia aquele prêmio da mega sena. Seja feliz com o que tem. Não crie expecativas na felicidade. Ela é um amontoado de pequenos momentos felizes.
A mesma coisa acontece com as mudanças. Não podemos adiá-las. Se queremos mesmo que aconteçam. Somos nós os agentes desta mudança, e temos que iniciá-la hoje. Antes que seja tarde.
Mas se vc quer parar de fumar, de comer frituras, de falar palavrões, se quer melhorar o relacionamento, tem que começar agora. Não espere para ser feliz depois que os filhos crescerem, ou que de aposentar, ou que saia aquele prêmio da mega sena. Seja feliz com o que tem. Não crie expecativas na felicidade. Ela é um amontoado de pequenos momentos felizes.
A mesma coisa acontece com as mudanças. Não podemos adiá-las. Se queremos mesmo que aconteçam. Somos nós os agentes desta mudança, e temos que iniciá-la hoje. Antes que seja tarde.
sábado, 26 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Decisões
Ás vezes me irrito comigo mesma. Porque tenho que ser sempre boazinha e politicamente correta? Porque não me imponho, exijo agressivamente? Creio que está fazendo falta um pouco de pulso e determinação. Hoje em dia tenho vacilado. Tenho voltado atrás nas minhas decisões.
Há três dias declarei, num impulso, que não iria mais postar neste espaço, e ontem lá estava a publicar musicas que me agradam no momento.
Hoje minhas decisões são outras. Preciso corrigir a baixa imunidade a doenças e a baixa imunidade a separações. Dizem que pra tudo há remédio. Vou tomar as vitaminas prescritas para o corpo, e vou suprir minhas carências com uma vida plena.
Quero um gato e uma planta. Vou me inscrever num curso de musica. Quem sabe desta vez aprendo a tocar teclado? Vou valorizar as pessoas que me cercam e me enchem de carinhos e me reunir mais, rir mais, cantar mais (no carro, no chuveiro), contar mais casos engraçados.
Preciso dar uma chance à vida. Dar uma chance para o amor. Amor? Isso pode esperar.
Vou tratar bem do meu corpo. Vou tratar bem do meu emocional, enchendo de atitudes saudáveis, enchendo de atividades prazerosas. Quem sabe assim, não terei tempo de pensar em você.?
sábado, 19 de janeiro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Eu me preciso
Eu
me
preciso
Devo chorar todas as minhas alegrias,
E sorrir todas as minhas tristezas,
Não me condenar pelo medo,
Não cair na fraqueza.
O incerto sempre está porvir
E na grandeza de cada gesto
hei de me conduzir,
Em mil lágrimas que já chorei
E nas que eu já engoli.
Devo me reconhecer
Diante deste confesso cenário,
Não cobrir meu espelho...
Não esconder-me dos fatos.
Eu preciso...
Sentir o cheiro da vida,
Sentir os cabelos molhados,
Pela chuva que há de cair,
Ou pelas gotas do orvalho.
Devo me seguir...
Ser a minha sombra...
Ser o meu próprio passo
Caminhar em torno de mim mesmo,
Descobri-me nos atos.
Posso me guiar...
Encontra-me nos lapsos
Conversar com minha imagem
Riscar meus traços...
Pintar meu destino
Ser o meu próprio teatro.
Desfazer as malas,
Guardar alguns trapos
Voltar em busca de minha vida
Que eu deixei de lado.
Leni Martins
Devo chorar todas as minhas alegrias,
E sorrir todas as minhas tristezas,
Não me condenar pelo medo,
Não cair na fraqueza.
O incerto sempre está porvir
E na grandeza de cada gesto
hei de me conduzir,
Em mil lágrimas que já chorei
E nas que eu já engoli.
Devo me reconhecer
Diante deste confesso cenário,
Não cobrir meu espelho...
Não esconder-me dos fatos.
Eu preciso...
Sentir o cheiro da vida,
Sentir os cabelos molhados,
Pela chuva que há de cair,
Ou pelas gotas do orvalho.
Devo me seguir...
Ser a minha sombra...
Ser o meu próprio passo
Caminhar em torno de mim mesmo,
Descobri-me nos atos.
Posso me guiar...
Encontra-me nos lapsos
Conversar com minha imagem
Riscar meus traços...
Pintar meu destino
Ser o meu próprio teatro.
Desfazer as malas,
Guardar alguns trapos
Voltar em busca de minha vida
Que eu deixei de lado.
Leni Martins
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Angústia
Já é noite
tantas coisas povoam minha cabeça. Algumas que não posso resolver e outras que, poderia tentar não fosse covarde
e egoísta. E é isso que mais me angustia. Como querer ser uma pessoa melhor
fazendo apenas o que me é agradável? Como ser feliz sabendo que poderia me doar
e tornar outras vidas mais felizes?
Hoje estou angustiada
e insegura. E pior que tudo: estou só.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Se Me Esqueceres
Se me esqueceres
Quero que saibas
uma coisa.
uma coisa.
Sabes como é:
se olho
a lua de cristal, o ramo vermelho
do lento outono à minha janela,
se toco
junto do lume
a impalpável cinza
ou o enrugado corpo da lenha,
tudo me leva para ti,
como se tudo o que existe,
aromas, luz, metais,
fosse pequenos barcos que navegam
até às tuas ilhas que me esperam.
se olho
a lua de cristal, o ramo vermelho
do lento outono à minha janela,
se toco
junto do lume
a impalpável cinza
ou o enrugado corpo da lenha,
tudo me leva para ti,
como se tudo o que existe,
aromas, luz, metais,
fosse pequenos barcos que navegam
até às tuas ilhas que me esperam.
Mas agora,
se pouco a pouco me deixas de amar
deixarei de te amar pouco a pouco.
se pouco a pouco me deixas de amar
deixarei de te amar pouco a pouco.
Se de súbito
me esqueceres
não me procures,
porque já te terei esquecido.
me esqueceres
não me procures,
porque já te terei esquecido.
Se julgas que é vasto e louco
o vento de bandeiras
que passa pela minha vida
e te resolves
a deixar-me na margem
do coração em que tenho raízes,
pensa
que nesse dia,
a essa hora
levantarei os braços
e as minhas raízes sairão
em busca de outra terra.
o vento de bandeiras
que passa pela minha vida
e te resolves
a deixar-me na margem
do coração em que tenho raízes,
pensa
que nesse dia,
a essa hora
levantarei os braços
e as minhas raízes sairão
em busca de outra terra.
Porém
se todos os dias,
a toda a hora,
te sentes destinada a mim
com doçura implacável,
se todos os dias uma flor
uma flor te sobe aos lábios à minha procura,
ai meu amor, ai minha amada,
em mim todo esse fogo se repete,
em mim nada se apaga nem se esquece,
o meu amor alimenta-se do teu amor,
e enquanto viveres estará nos teus braços
sem sair dos meus.
se todos os dias,
a toda a hora,
te sentes destinada a mim
com doçura implacável,
se todos os dias uma flor
uma flor te sobe aos lábios à minha procura,
ai meu amor, ai minha amada,
em mim todo esse fogo se repete,
em mim nada se apaga nem se esquece,
o meu amor alimenta-se do teu amor,
e enquanto viveres estará nos teus braços
sem sair dos meus.
Caminhante não há caminho.
"Caminhante, são tuas pegadas
o caminho e nada mais;
Caminhante, não há caminho,
se faz o caminho ao andar
Ao andar se faz o caminho
e ao voltar a vista atrás
se vê a senda que nunca
se há de voltar a pisar
Caminhante, não há caminho
somente marcas no mar"
(Antonio Machado)
Febre
A febre me consumia e prostrava. Como consequencia , tremores de frio contraiam meu corpo em espasmos e me faltavam forças para levantar e procurar mais cobertas e algum remédio. Na verdade, creio que não conseguia nem raciocinar quanto a necessidade dos cuidados naquela hora.
Para complicar, emocionalmente abalada, me faltava o ar.
Não sei precisar quanto esperei até reunir forças para alcançar uma manta e um comprimido. Cerca de dez horas, talvez, até o remédio aliviar a febre e me voltar o controle da minha vontade. Sei que ao acordar com tremores e sem respirar, só me preocupava em cancelar o compromisso de visitar uma amiga. Haviam outras pessoas envolvidas. Consegui mandar mensagens avisando do problema e, depois dessa providência, mergulhei em um sono superficial, no limite do consciente.
Foi neste estado de inconsciência que eu sonhei. Realmente não sei se poderia chamar de sonho. Foi uma alucinação, tendo em vista a nitidez das sensações. Eu estava num ambiente hospitalar neste sonho. Meu corpo sofria reações semelhantes das que me tomavam na realidade. Dores generalizadas, frio, tremores e falta de ar. Nada me importava. Só desejava que aquilo acabasse de qualquer maneira. Viver ou morrer era indiferente. Sentia pessoas a minha volta, e ouvia vozes abafadas sem entender o sentido das palavras. Num determinado momento nada mais ouvia. Devia estar sozinha no cômodo. Então senti uma mão suave na minha testa, a semelhança de uma mãe querendo adivinhar a febre num filho. Levemente essa mão desceu pelo meu rosto numa caricia sutil, me transmitindo uma paz e um alívio que nunca, na minha vida, senti. Renovei minhas forças físicas sem abrir os olhos, com a certeza que tudo se dissiparia se o fizesse. Apenas me deixei ali usufruindo daquela sensação maravilhosa que é se sentir amada.
Para complicar, emocionalmente abalada, me faltava o ar.
Não sei precisar quanto esperei até reunir forças para alcançar uma manta e um comprimido. Cerca de dez horas, talvez, até o remédio aliviar a febre e me voltar o controle da minha vontade. Sei que ao acordar com tremores e sem respirar, só me preocupava em cancelar o compromisso de visitar uma amiga. Haviam outras pessoas envolvidas. Consegui mandar mensagens avisando do problema e, depois dessa providência, mergulhei em um sono superficial, no limite do consciente.
Foi neste estado de inconsciência que eu sonhei. Realmente não sei se poderia chamar de sonho. Foi uma alucinação, tendo em vista a nitidez das sensações. Eu estava num ambiente hospitalar neste sonho. Meu corpo sofria reações semelhantes das que me tomavam na realidade. Dores generalizadas, frio, tremores e falta de ar. Nada me importava. Só desejava que aquilo acabasse de qualquer maneira. Viver ou morrer era indiferente. Sentia pessoas a minha volta, e ouvia vozes abafadas sem entender o sentido das palavras. Num determinado momento nada mais ouvia. Devia estar sozinha no cômodo. Então senti uma mão suave na minha testa, a semelhança de uma mãe querendo adivinhar a febre num filho. Levemente essa mão desceu pelo meu rosto numa caricia sutil, me transmitindo uma paz e um alívio que nunca, na minha vida, senti. Renovei minhas forças físicas sem abrir os olhos, com a certeza que tudo se dissiparia se o fizesse. Apenas me deixei ali usufruindo daquela sensação maravilhosa que é se sentir amada.
domingo, 13 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Dia do Obrigado
Agradecer é raro, lembrar as coisas boas que nos fizeram é
mais raro ainda. Portanto, aprovo o Dia do Obrigado e, desta forma, ainda
que silenciosamente, ainda que longe dos olhos e ouvidos do alvo do
agradecimento, vou deixar por escrito a minha gratidão.
Aos colegas de escola e de trabalho, aos superiores hierarquicos e professores, aos anonimos que tantas vezes me deram a ajuda nas horas de dificuldade.
Aos parentes que me dão amor, apesar de minhas omissões e
meu posicionamento perante a vida; aos
amigos sempre presentes com conselhos,
críticas, companhia e apoio; aos que de alguma maneira me prestam serviço e
apoio; aos amores que tive e que me trouxeram momentos inesquecíveis tanto de
prazer quanto de dor.
Muito obrigada.
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